O que vem primeiro?
O ovo ou a galinha?
Essa perguntinha já gerou muitas controvérsias.
E todos nós conhecemos bem o ovo e a galinha.
Usufruimos dos benefícios dos dois.
E o que acontece primeiro?
O sonho, a vontade, o desejo?
Ou eles existem à partir daquilo que vou acumulando pela vida?
Uma criança já consegue pensar em futuro, metas e objetivos?
Ou precisa da influência do ambiente que vive para ser capaz de pensar grande?
São muitas as perguntas.
Gostaria muito de saber a sua opinião a respeito.
Certamente, vou crescer muito com ela.
Comente e me ajude a esclarecer esta questão.
Um grande abraço.

Olá Liliane, tudo bom!
ResponderExcluirOlha, eu sinceramente acredito que o ambiente faz sim muita diferença liliane, já que a criança acaba sendo influencia direta ou indiretamente pelo ambiente que nasce, que por consequência, acaba servindo como base para as escolhas e tomadas de decisões que fará ao longo da vida.
Talvez por isso seja tão importante a presença da família PRESENTE nesse momento, seja para educar, apoiar e principalmente para orientar nesse período base da infância.
É assim que penso para quando tiver meus filhos.
Obs: Gostei de ver a atualização no blog Liliane, meus Parabéns e continue assim!
Abraços
Oi Rogério,
ResponderExcluirQue prazer enorme recebê-lo aqui.
Também acredito que o ambiente contribui de forma significativa para a formação do ser humano, em sua capacidade de tomar decisões.
Agradeço sua amizade e seu apoio.
Um abraço enorme para você.
O meio influencia a formação do ser humano? Sim e não! Depende! :) Vou exemplificar para melhor explicar! Tive uma pessoa que trabalhou comigo que morava na Rocinha, um bairro violento. Ela era separada e tinha medo de que traficantes oferecessem favores à ela. Evitava a oportunidade pelo comprometimento. Se aceitasse favores, estaria entregando seus filhos ao tráfico e se negasse, estaria entregando a sua própria cabeça. Vivia neste ambiente estressante porque não tinha para onde ir e os filhos passavam os dias sozinhos - o mais velho cuidando do mais novo - sem um adulto por perto para evitar que algo de ruim acontecesse. Virava e mexia, algum pertencente ao tráfico entrava em sua casa para vistoriar e apontava armas para os filhos e ameaçavam. Não sei como ela está hoje, porque não moro mais no Rio e foi uma pessoa não tive mais contato. Mudei do apart hotel que morava onde ela cuidava do andar e por um tempo mantive contato, até um dia que ela não me ligou mais e bem, naquela época celular não era algo tão popular. Enfim, até onde soube, seu filho mais velho estava trabalhando em um escritório de contabilidade e já sustentando parcialmente a casa. A filha estava estudando e estagiando. Eram meninos super educados e calmos, bem diferente do ambiente que passaram toda a infância.
ResponderExcluir(cont.)
Existe um química em nosso cérebro que acredito é repassada de geração a geração. Existem famílias inteligentes, outras bem humoradas, outras ranzinzas, mal educadas... enfim! Acho que devemos escolher os pais de nossos filhos, analisando bem os valores das famillias. Acha que estou sendo antiquada? Hum... somente a maturidade faz enxergarmos coisas!! Veja os sonhos, os desejos, as vontades... estas são estimuladas pelo meio. No caso das crianças acima, quiseram mudar de vida! Já quem nasce em berço de outro, nem sempre tem vontades, apenas saciedade de desejos e os sonhos, ah, são para os fracos!
ResponderExcluirCaxambu é pertinho da minha terra natal!! Tinha amigos que saiam de Caxambu para estudar em Pouso Alegre. Ainda mora na cidade?
Bom fim de semana! Beijus,
Querida Luma.
ResponderExcluirQue bom que os meninos puderam viver uma vida diferente.
Ontém participei de uma palestra que falava exatamente sobre isso.
Temos escolhas. Sempre podemos escolher por viver de uma forma melhor.
Esses meninos tiveram a influência positiva e corajosa da mãe que os ajudou a serem pessoas equilibradas, mesmo vivendo em um ambiente tão hostil.
Concordo com você que podemos ser criteriosos na hora de escolher quem vai ser o pai dos nossos filhos. Essa escolha facilita todo o processo de educar.
E as crianças são as mais beneficiadas com essa escolha.
Pena que nem sempre temos a maturidade pra pensar nisso quando somos mais jovens e infelizmente nem toda criança tem a sorte de contar com pais carinhosos e amigos.
Luma, eu agradeço muito seu comentário tão oportuno e ponderado.
Fiquei imensamente feliz quando a conheci, bem como o seu trabalho no blog.
Um abraço gigante para você.