Meus filhos gostam muito de brincar, especialmente na natureza, onde podem correr, jogar bola e se sujar à vontade.
Domingo passado, depois do passeio, "brincando de filosofar" o mais velho, de 9 anos, propôs esta reflexão, que anotei para pensarmos juntos.
"Por que as pessoas só pensam em preservar os parques e lugares onde tem plantas e animais?
Por que não cuidam de TODOS os ambientes?
Será que vai precisar que tudo vire um caos?
Que aconteça o APOCALIPSE?
Por que esperar o mundo ficar em extinção?
Por que não cuidam disso agora, quando ainda sobra tempo para reconstruir o Planeta?
Se todos cuidassem do mundo como um parque a gente garantia o Futuro".
Por Jorge Lucas, 9 anos, 5ºano
Desde pequenos eles trazem os bolsos cheios de papel de bala e sempre voltam para recolher o lixo que deixaram para trás.
Vale o incentivo, né.
Beijo enorme para todo mundo.
Da mamãe coruja, Liliane

Liliane,
ResponderExcluirAs crianças têm muito mais sensibilidade e percepção do que a gente, não é? O pensamento do seu filho, fez-me lembrar do texto que meu sobrinho escreveu ("Vida no Parque"), cujo tema, coincidentemente, versava sobre parque e preservação da natureza. Fiquei tão emocionado com a conscientização dele que publiquei o texto no meu blog.
Olha, muitíssimo obrigado por ter deixado aquelas palavras tão lindas no meu blog. Eu gosto de escrever, sim. Talvez minha sensibilidade venha de eu deixar as emoções sinceras fluírem. Até mesmo quando o tema não é agradável, deixo que a inspiração me conduza (óbvio, sem ser grosseiro).
Quanto à sua pergunta, eu sou baiano apaixonado por minha terra, mas gosto muito de Minas Gerais (tenho amigos em Juiz de Fora).
Mais uma vez, obrigado, Liliane, pelo seu comentário.
Beijos e ótimo final de semana.
Caríssimo Valdeir,
ResponderExcluirSempre é bom ler suas palavras, seja no teu blog, seja aqui.
Que bom que você é baiano.
Agora posso dizer que tenho um amigo baiano.
Posso lhe ensinar fazer pão de queijo e aprender alguma comida gostosa da sua terra.rsrs
Sempre grata por sua preciosa atenção.
Abraços