Era um dia comum, daqueles que nenhum acontecimento marcante acontece.
O menino tinha ido fazer um trabalho na casa do coleguinha que morava no mesmo bairro e a mãe aproveitou pra resolver alguns problemas na cidade.
Para evitar desencontros combinaram que ele voltaria para casa as quatro horas.
Algum tempo depois, a mãe chegou em casa, chamou pelo menino e nada.
Foi no quarto dele e só encontrou a chave do portão.
Foi no quarto do computador e tudo desligado.
Pensou: aposto que ele esqueceu a hora, vou ter que ir buscar.
Saiu vagarosamente e chegando na casa do amigo, viu que tudo estava fechado, mas mesmo assim, chamou.
Chamou várias vezes.
Silêncio total.
Ela imaginou que o moleque estivesse brincando por perto, andando de bicicleta e deu uma volta pelo bairro.
Nada do menino.
Voltou na casa do amigo e chamou mais alto.
Silêncio dobrado.
Resolveu dar uma volta maior no bairro, olhou as lojas que ele gostava de ir e nem sinal.
Aí ela já pensou: ah. ... hoje eu pego aquele menino, onde foi que ele se meteu?
Na esperança de encontrá-lo passou pela 3ª vez na casa do coleguinha; talvez saíram por perto e já tivessem voltado, mas não encontrou ninguém.
Nesta hora, encontrou uns coleguinhas do filho na rua, mas ninguém tinha visto nada.
Desespero... Medo... Vontade de Chorar... Dúvidas.
E se ele não estiver em casa?
Resolveu voltar para casa e encontrou, no portão, o filho menor estava chorando (de medo) porque ninguém abriu o portão pra ele.
Então estava mesmo confirmado: o filho mais velho não estava em casa.
Ela entrou chorando em casa e gritou mais alto que pode: JORGE LUCASsssssss.
E nem um barulhinho....
Os olhos do filho caçula denunciavam o medo quando perguntou: mãe, o que aconteceu com o Lucas?
- Eu não sei Rafael, eu não sei.
A mãe já não conseguia responder...
Correu pra o quarto do casal para buscar uma blusa,(estava frio) e ela precisava continuar a busca.
Correu pra o quarto do casal para buscar uma blusa,(estava frio) e ela precisava continuar a busca.
Quase não acreditou no que viu.
Jorge Lucas estava dormindo tranquilo, todo enroladinho no seu "tô", dentro da proteção da sua casa.

Olá, querida
ResponderExcluirNossa que susto!!!
Ainda bem... que alívio!!!
A proteção do lar é a melhor para todos nós...
Bjs de paz e ótima semana.
Ai Liliane do céu, quase morri.
ResponderExcluirSabia que isso já aconteceu comigo quando meu mais velho tinha 5 anos?
Não desejo a ninguém neste mundo, por pior que a pessoa seja.
Uma mãe não merece passar por isso.
Ainda bem que tanto no seu conto, como no meu caso, o final foi feliz.
Mas as horas de desespero são as piores do mundo.
Bjs no coração!
Nilce
Oi, Liliane! Acho que isso é um dos maiores desesperos que uma mãe e um pai podem ter. Minha filha mais velha me aprontou uma dessas quando pequena e eu quase tive um surto. Desnorteei-me ocompletamente. Ela havia se escondido debaixo da cama depois que voltou da rua e entrou em casa sem ninguém ver. Já tinha acionado até a polícia. rsrs. Abraços. paz e bem.
ResponderExcluirÉ terrível a mínima sensação de que se perdeu um filho. Alívio é o que fica quando não é confirmado.
ResponderExcluirbjs
Que danadinho..
ResponderExcluirQuase mata de susto,srrs Ainda bem! beijos,tudo de bom,chica
ainda bem que tudo não passou de susto. fiquei aqui em agonia. beijos
ResponderExcluirLiliane,que susto que esse menino deu!Acho que é a pior coisa do mundo ter um filho desaparecido!Ainda bem que foi só uma traquinice!...rss...bjs,
ResponderExcluirLiliane como vai vc menina? vou lhe dizer, não existe maior alegria para uma mãe que ter a sensação de alívio quanto aos filhos, é como um bálsamo curando imediatamente uma ferida.
ResponderExcluirUm beijo minha querida.
Néia
Oi, Liliane!
ResponderExcluirEu já estava apavorada, quase chorando, com medo que algo de ruim tivesse acontecido com o Lucas, kkkkkk
Muito legal. Parabéns pela criatividade.
Beijos
Socorro Melo
Oi meus amigos...
ResponderExcluirAgradeço carinhosamente a todos que passaram por aqui e deixaram sua "marquinha"
Rosélia...
Como dizia o meu pai: você falou e disse: a proteção do lar é a melhor para todos nós.
Beijos e obrigada pela presença, viu.
Nilce
eu imagino a angústia que você sentiu, porque eu achei que ia morrer. Realmente, foram os piores minutos que eu já experimentei, muito angustiante..
um abraço carinhoso para você.
Oi Cacá,
certamente, é desesperador, imaginar que algo terrivel aconteceu com um filho, Deus me Livre.
Que danadinha sua menina...rs
Agora a gente dá risada, mas na hora...
Abração Cacá.
Norma...
que bom encontrar você por aqui.
Realmente o alívio é maravilhoso, depois que achei o menino, chorei muito, mas de alivio.
foi libertador encontrá-lo,
beijinho Norma
Chica.
viu só que situação ?
O pior é que o pobrezinho não fez nada de errado,
ao contrário, só estava muito cansado e dormiu.
rsrs
Beijinho querida.
Welze.. ainda bem mesmo viu, senão nem quero pensar no que poderia acontecer.
beijinho...
Anne Lieri
ainda bem mesmo,rs, que tudo não passou de um grande mal entendido.
abraço Anne
Néia...
os filhos nos trazem tanta alegria, não é .
que bom que você veio..
um abraço carinhoso.
Oi Socorro...
ai ai, até eu dou risada, mas te digo uma coisa. Foi dificil demais.
Ainda bem que passou.
beijos.
Meu Deus, que angústia! Ainda bem que foi só o susto! Mãe sofre!...
ResponderExcluirParabéns pela maneira genial como escreveste este "conto"! Bjs. Bombom
Bombom....
ResponderExcluirmãe sofre um cadinho bom,né.
hoje até dou risada, mas na hora, Deus me livre.
Horrível sensação
beijos pra você.